CONTAGEM REGRESSIVA

"... sabemos que a arte de nosso tempo, ela própria, no que tem de mais ousado, se coloca no horizonte do precário, desprezando o conforto das formas fixas e a tutela sereníssima do eterno." (Haroldo de Campos, na introdução do livro Pequena Estética, de Max Bense)


CUMPLICIDADE

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

DOR




2 comentários:

Cosmunicando disse...

ontem eu tentava, em vão, construir um poema mais ou menos dentro dessa temática, ru... claro que não deu.
venho aqui encantada agora com este que você acabou de postar!
dor ou cicatriz? cicatriz ou tatuagem? poema é tatuagem, é desenhado, é construído. Isso nunca esteve tão claro pra mim.
beijolão, preto.

RUBENS GUILHERME PESENTI disse...

sim, mê, um poema é um poema é um poema é um poema. deixemos a a decoração para os de coração. nós construímos. e destruímos.

beijão, nega!