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CONTAGEM REGRESSIVA
"... sabemos que a arte de nosso tempo, ela própria, no que tem de mais ousado, se coloca no horizonte do precário, desprezando o conforto das formas fixas e a tutela sereníssima do eterno." (Haroldo de Campos, na introdução do livro Pequena Estética, de Max Bense)
4 comentários:
outro que gosto!!!
que bom, Myra!
abraços!
nos habituamos ao front, à batalha permanente e permeável dos poros com o mundo... um atrito que transmuta em desgaste, um atrito que transmuta em prazer.
onde começa o eu e termina o outro?
maravilha de poema, ru.
beijunto.
mê, nossa fronteira sensitiva. nela o distante ainda atrita junto ao próximo. a pele não exclui.
ela nos dá esse beijo constante.
esse: beijão!
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