CONTAGEM REGRESSIVA

"... sabemos que a arte de nosso tempo, ela própria, no que tem de mais ousado, se coloca no horizonte do precário, desprezando o conforto das formas fixas e a tutela sereníssima do eterno." (Haroldo de Campos, na introdução do livro Pequena Estética, de Max Bense)


CUMPLICIDADE

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

A PELE QUE ME HABITUO


4 comentários:

myra disse...

outro que gosto!!!

RUBENS GUILHERME PESENTI disse...

que bom, Myra!
abraços!

Cosmunicando disse...

nos habituamos ao front, à batalha permanente e permeável dos poros com o mundo... um atrito que transmuta em desgaste, um atrito que transmuta em prazer.
onde começa o eu e termina o outro?
maravilha de poema, ru.
beijunto.

RUBENS GUILHERME PESENTI disse...

mê, nossa fronteira sensitiva. nela o distante ainda atrita junto ao próximo. a pele não exclui.
ela nos dá esse beijo constante.
esse: beijão!