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CONTAGEM REGRESSIVA
"... sabemos que a arte de nosso tempo, ela própria, no que tem de mais ousado, se coloca no horizonte do precário, desprezando o conforto das formas fixas e a tutela sereníssima do eterno." (Haroldo de Campos, na introdução do livro Pequena Estética, de Max Bense)
4 comentários:
sim, otimo!
bom que gostou!
um dos teus poemas mais profundos naquilo que não diz.
densidade gravitacional imensa, atraindo para esse silêncio toda a luz das possibilidades futuras... sim, denso como o filme, que você soube traduzir e levar além.
duka.
a colisão, mê... a colisão. e o silêncio!
beijos.
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