CONTAGEM REGRESSIVA

"... sabemos que a arte de nosso tempo, ela própria, no que tem de mais ousado, se coloca no horizonte do precário, desprezando o conforto das formas fixas e a tutela sereníssima do eterno." (Haroldo de Campos, na introdução do livro Pequena Estética, de Max Bense)


CUMPLICIDADE

sábado, 25 de fevereiro de 2012

ELES



4 comentários:

myra disse...

pois eu meu amigo, prefiro um pouco de barulho a este silencio aqui, "rasgado" de vez qdo por agudos barulhos de ambulancia e/ ou policia!!!
gostei do desnho grafioc, abraço

RUBENS GUILHERME PESENTI disse...

sabe, Myra, essa expressão brasileira "dormir no barulho" é mais ou menos aceitar de maneira cega qualquer coisa que nos é imposta. é esse barulho silencioso que vai penetrando de forma insidiosa em nossas vidas. é o que tem me deixado atento e, na medida do possível, não permitido.
abraço.

Cosmunicando disse...

no silêncio eles nos ensurdecem cada vez mais, insidiosamente vão instalando ruídos que só um ouvido absoluto de poesia consegue captar. A sensibilidade hoje está em distinguir em meio a tudo isso, onde ressoa a nossa dignidade.
lindo, ru.
beijo meu.

RUBENS GUILHERME PESENTI disse...

mê, as relações são cultivadas constantemente, mesmo nas distâncias e dificuldades. com isso não quero reduzir o poema à disponibilidade que possamos ter a qualquer momento que eles queiram... nossa disponibilidade está no doar. nossa porta permanece aberta sempre à clareza de propósitos e, caso contrário, tentem arrombá-la.
beijo nosso!