CONTAGEM REGRESSIVA

"... sabemos que a arte de nosso tempo, ela própria, no que tem de mais ousado, se coloca no horizonte do precário, desprezando o conforto das formas fixas e a tutela sereníssima do eterno." (Haroldo de Campos, na introdução do livro Pequena Estética, de Max Bense)


CUMPLICIDADE

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

UMBIGO




Um comentário:

Cosmunicando disse...

ru, esse poema teu está entre os que você costuma chamar de "mais longos" ou diferentes do que costuma fazer, mas nem por isso menos impactante. O ódio aqui eu leio como comburente, não necessariamente negativo, de ímpetos próprios à vida. Visceral, viciante, muito bom! beijões.