CONTAGEM REGRESSIVA

"... sabemos que a arte de nosso tempo, ela própria, no que tem de mais ousado, se coloca no horizonte do precário, desprezando o conforto das formas fixas e a tutela sereníssima do eterno." (Haroldo de Campos, na introdução do livro Pequena Estética, de Max Bense)


CUMPLICIDADE

segunda-feira, 20 de junho de 2011

A CURVA DO CORVO




4 comentários:

Mirze disse...

Rubens!!!!

Que lindo esse corvo!

E já nasceu com a poesia.

Beijos

Mirze

RUBENS GUILHERME PESENTI disse...

mirze, obrigadão!

esse é um corvo que faz um percurso em curva entre o poe e o poeta aqui ou que está aqui. ele fica entre os dois assombros.

beijão!

luiz gustavo disse...

em pó
sem asas
cumpre o hábito
ato pró-
digo - de quase estorvo -
estuar o último vôo
ao troar do corvo
tão só

RUBENS GUILHERME PESENTI disse...

O
COR
VÔO
VO
OU
VO
LA
TI
Z
OU
?