CUMPLICIDADE

sábado, 4 de julho de 2009

DANDO LINHA

15 comentários:

Cosmunicando disse...

muito bacana o (desa)fio condutor do poema... fluido, encerado, sem cerol :)

beijão

RUBENS GUILHERME PESENTI disse...

merce dita mê

aqui os cortes do fio condutor se dão em outras ex feras... outras esferas, naquilo que não é tangível, naquilo que é inatingível.
não bastasse ser ele o que é, pipas são um grande motivo pra se olhar pro céu.
e dá-lhe linha.
um beijo com todo carinho.

Anônimo disse...

Achei lindo demais!
Dá muito o que pensar!
Vontade de estar na cabeça desse poeta e conferir se essas linhas, pipas e carretéis correspondem as mesmas que costurei em pensamentos.

RUBENS GUILHERME PESENTI disse...

as pipas do poeta são por vezes peixinhos quando por águas salgadas... quadrados quando rolam ladeiras.... maranhão quando sobe a cabeça.
as linhas são tantas. as de nº 10, mais fracas, quando quero voar solto e as de nº 24 quando o voo é atado. são coloridas como pipas, brancas como nuvens e pretas como o céu em dia de temporal.
linhas e pipas do poeta são atemporais e se costuram em retalhos arrancados à própria pele.
e voamos.

Anônimo disse...

Isso tá ficando cada vez mais bonito!

Mirse disse...

Rubens, sei que me repito em linhas e carretéis, nas você é de uma profundidade artística inigualável.

Para mim, o melhor

beijos, poeta das artes!

Mirse

RUBENS GUILHERME PESENTI disse...

mirse, não se preocupe, não há repetição em versos outros.
minha profundidade aqui é outra... inversa. em pipas, linhas e carretéis estou nas alturas... rs...
beijão

william disse...

Puxa, há tempos venho procurando um blog com poemas assim.
Vou add, beleza?
Muito bom isso aqui!

Ler o Mundo História disse...

Oi querido, que bom te reler :o)

Carmem Salazar disse...

a linha branca que o avião faz no azul do céu

RUBENS GUILHERME PESENTI disse...

william, legal que tenha gostado... tudo aqui é nosso: desfrute!
abração.

RUBENS GUILHERME PESENTI disse...

vamos nos relendo sempre, querida!
Beijos.

RUBENS GUILHERME PESENTI disse...

carmem, minha querida, é uma linha branca que busca num voo a ausência ancestral até a ausência atual.
é um poema de dor... mas com muita alegria.
beijão em você.

Adriana disse...

tua linha,teu fio,teu carretel...segui o poema,e adorei!

RUBENS GUILHERME PESENTI disse...

oi, Adriana, legal... obrigado pelo carinho.
beijos