aqui os cortes do fio condutor se dão em outras ex feras... outras esferas, naquilo que não é tangível, naquilo que é inatingível. não bastasse ser ele o que é, pipas são um grande motivo pra se olhar pro céu. e dá-lhe linha. um beijo com todo carinho.
Achei lindo demais! Dá muito o que pensar! Vontade de estar na cabeça desse poeta e conferir se essas linhas, pipas e carretéis correspondem as mesmas que costurei em pensamentos.
as pipas do poeta são por vezes peixinhos quando por águas salgadas... quadrados quando rolam ladeiras.... maranhão quando sobe a cabeça. as linhas são tantas. as de nº 10, mais fracas, quando quero voar solto e as de nº 24 quando o voo é atado. são coloridas como pipas, brancas como nuvens e pretas como o céu em dia de temporal. linhas e pipas do poeta são atemporais e se costuram em retalhos arrancados à própria pele. e voamos.
mirse, não se preocupe, não há repetição em versos outros. minha profundidade aqui é outra... inversa. em pipas, linhas e carretéis estou nas alturas... rs... beijão
carmem, minha querida, é uma linha branca que busca num voo a ausência ancestral até a ausência atual. é um poema de dor... mas com muita alegria. beijão em você.
Se ao menos fossemos um índio, tornando-nos no mesmo instante vigilantes e montados a cavalo, inclinando-nos contra o vento, continuando palpitantes a agitar-nos sobre o solo trepidante, até abandonarmos as esporas pois delas não precisávamos, largando as rédeas, porquanto não eram necessárias, e mal percebêssemos que a terra à nossa frente estava despojada de vegetação, o pescoço e a cabeça do cavalo já teriam desaparecido...
15 comentários:
muito bacana o (desa)fio condutor do poema... fluido, encerado, sem cerol :)
beijão
merce dita mê
aqui os cortes do fio condutor se dão em outras ex feras... outras esferas, naquilo que não é tangível, naquilo que é inatingível.
não bastasse ser ele o que é, pipas são um grande motivo pra se olhar pro céu.
e dá-lhe linha.
um beijo com todo carinho.
Achei lindo demais!
Dá muito o que pensar!
Vontade de estar na cabeça desse poeta e conferir se essas linhas, pipas e carretéis correspondem as mesmas que costurei em pensamentos.
as pipas do poeta são por vezes peixinhos quando por águas salgadas... quadrados quando rolam ladeiras.... maranhão quando sobe a cabeça.
as linhas são tantas. as de nº 10, mais fracas, quando quero voar solto e as de nº 24 quando o voo é atado. são coloridas como pipas, brancas como nuvens e pretas como o céu em dia de temporal.
linhas e pipas do poeta são atemporais e se costuram em retalhos arrancados à própria pele.
e voamos.
Isso tá ficando cada vez mais bonito!
Rubens, sei que me repito em linhas e carretéis, nas você é de uma profundidade artística inigualável.
Para mim, o melhor
beijos, poeta das artes!
Mirse
mirse, não se preocupe, não há repetição em versos outros.
minha profundidade aqui é outra... inversa. em pipas, linhas e carretéis estou nas alturas... rs...
beijão
Puxa, há tempos venho procurando um blog com poemas assim.
Vou add, beleza?
Muito bom isso aqui!
Oi querido, que bom te reler :o)
a linha branca que o avião faz no azul do céu
william, legal que tenha gostado... tudo aqui é nosso: desfrute!
abração.
vamos nos relendo sempre, querida!
Beijos.
carmem, minha querida, é uma linha branca que busca num voo a ausência ancestral até a ausência atual.
é um poema de dor... mas com muita alegria.
beijão em você.
tua linha,teu fio,teu carretel...segui o poema,e adorei!
oi, Adriana, legal... obrigado pelo carinho.
beijos
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